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Hillary Clinton: a "feminista" que defende estupradores

No dia 09 de outubro, às 22h, no horário de Brasília, ocorreu o segundo debate presidencial norte-americano e desta vez, será em num formato conhecido como "Town Hall Meeting", onde os candidatos respondem as perguntas do público. O “formato real”, no entanto, continuará sendo o espartano: Trump estará sozinho, batalhando contra Hillary Clinton e os moderadores do debate. Hillary conta com a “simpatia” de Martha Raddatz, âncora do This Week na rede ABC, e Anderson Cooper da CNN, rede também conhecida como “Clinton News Network”. Enquanto aguardamos pelo debate, apresentamos em primeira mão, a versão legendada do último vídeo de Paul Joseph Watson com um pouco da munição retórica que será usada contra Hillary Clinton — que tem um telhado de vidro muito sujo e deve levar invertidas épicas esta noite.

A primeira “pergunta” direcionada ao candidato republicano parece já ter sido escolhida e ensaiada exaustivamente (http://www.breitbart.com/big-journali... trata-se, obviamente, do controverso vídeo de mais de uma década atrás em que Trump se gaba, em uma conversa informal, de ser um “macho-alpha”.

Não é surpresa que a estratégia do Partido Democrata se enfoque na destruição da reputação de Trump, desenterrando coisas de seu passado e usando-as contra ele. É vergonhoso, no entanto, constatar o papel militante da grande mídia neste processo de (des)informação do eleitorado: seria o fato de Donald Trump ter cantado mulheres quando era mais jovem, ou chamado alguém de “gorda” há 20 anos atrás, mais relevante ao futuro do país do que a incompetência de Hillary que causou a morte de uma missão diplomática em Benghazi? Seria isso mais importante do que o apoio de Hillary aos jihadistas que levou ao surgimento do Estado Islâmico? Mais relevante do que o apoio à derrubada de Gaddafi que levou à crise internacional de imigração? Mais importante do que a mentira feita sob juramento a respeito de seu servidor privado de e-mails, expostos pelo Wikileaks, e que levaram à execução de agentes americanos no exterior? Seriam os assanhamentos de Trump, de mais de uma década atrás, mais relevantes do que as doações gigantescas feitas à Fundação Clinton, usada pelos Clintons para lavar dinheiro em troca de favores políticos cedidos a ditaduras islâmicas que oprimem mulheres e perseguem minorias? Seriam as cantadas de Trump mais relevantes do que as vítimas de estupro de Bill Clinton, mais chocantes do que Hillary ter chamando Robert Byrd (líder da KKK) de “mentor”, mais relevantes do que o acordo de urânio com a Rússia, do que sua dificuldade em lidar com Bernie Sanders nas primária, mais importantes ao povo americano do que suas reiteradas mentiras quanto a sua saúde física e mental? (http://br.reuters.com/article/topNews...)

Após uma semana de intensos ataques, a expectativa é que vejamos um Donald Trump mais combativo, trazendo à memória do eleitorado americano estas e outras coisas que a mídia militante convenientemente esquece de informar. Trump se desculpou por suas palavras, mas prometeu ir ao combate. Será que veremos Rocky Balboa sair do corner e partir para o nocaute?

Tradução: Hugo Silver, Renan Poço
Revisão: Jonatas Figueiredo

http://tradutoresdedireita.org
Vídeo original no YouTube: https://youtu.be/qcqh0gRy-og

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